Não arranque o meu sorriso.
Ele não faz por mal quando risca a minha face.
domingo, setembro 14, 2008
domingo, setembro 07, 2008
sexta-feira, setembro 05, 2008
sábado, agosto 16, 2008
O polidor de olhos.
Não andava com flanela,
nem álcool,
nem algodão.
Não se esforçava,
nem forçava.
Era sim
um
polidor
de olhos
nato.
E,
por ironia,
sem nenhum brilho
nos seus.
nem álcool,
nem algodão.
Não se esforçava,
nem forçava.
Era sim
um
polidor
de olhos
nato.
E,
por ironia,
sem nenhum brilho
nos seus.
quarta-feira, agosto 06, 2008
domingo, agosto 03, 2008
Cuspa!
Choro engolido desce muito mais salgado.
E arde as feridas por onde passa.
O gosto do choro engolido é sempre outro.
Por mais que o tempero seja o mesmo.
Já o choro cuspido é diferente.
Vem lá de dentro, tirando todo o sal.
E te dá tanto nojo que vem numa pigarrela só
Bem na cara da etiqueta.
(sussy)
Choro cuspido vem das entranhas nervosas. E vem em onda, com sabor de maresia.A crista é alta, mas não se arrebenta com toda força que deveria. Faz a crista e... morre sem a graça.O choro engolido vem com uma onda descrescente, e ao contrário, se arrebenta onde nasceu.E fica guardada lá, até o vento chegar instigando a mudar o rumo.
Mesmo doendo, ela teima em se arrebentar. E faz de novo e de novo.Quem vê nunca sabe como nem porquê a onda vem tão grande. Escuta-se o barulho de longe. Mas ninguém imagina o que ela arrastou até chegar lá.Só o mar sabe. Só o mar sente a onda por inteiro.
(mariana, a paiva)
E o mar entra na onda de não ser lenço.
De ser só mar.
Muito mais água e sal que ela, a onda de lágrimas.
(sussy)
E arde as feridas por onde passa.
O gosto do choro engolido é sempre outro.
Por mais que o tempero seja o mesmo.
Já o choro cuspido é diferente.
Vem lá de dentro, tirando todo o sal.
E te dá tanto nojo que vem numa pigarrela só
Bem na cara da etiqueta.
(sussy)
Choro cuspido vem das entranhas nervosas. E vem em onda, com sabor de maresia.A crista é alta, mas não se arrebenta com toda força que deveria. Faz a crista e... morre sem a graça.O choro engolido vem com uma onda descrescente, e ao contrário, se arrebenta onde nasceu.E fica guardada lá, até o vento chegar instigando a mudar o rumo.
Mesmo doendo, ela teima em se arrebentar. E faz de novo e de novo.Quem vê nunca sabe como nem porquê a onda vem tão grande. Escuta-se o barulho de longe. Mas ninguém imagina o que ela arrastou até chegar lá.Só o mar sabe. Só o mar sente a onda por inteiro.
(mariana, a paiva)
E o mar entra na onda de não ser lenço.
De ser só mar.
Muito mais água e sal que ela, a onda de lágrimas.
(sussy)
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